Movimento de Empresas Juniores

A primeira empresa júnior surgiu em 1968 na L’Ecole Supérieure des Sciences Economiques ET Commerciales de Paris (ESSSEC), na França. Ela foi criada por alunos que buscavam uma alternativa para aplicar a realidade prática aos conhecimentos teóricos adquiridos no ensino superior nos cursos de marketing e finanças e se preparar melhor para o mercado. Desde então, os conceitos e objetivos que norteiam o movimento júnior não mudaram.

As Empresas Juniores são associações civis sem fins lucrativos, formadas apenas por alunos de graduação, vinculadas a um ou mais cursos. Sob a orientação de professores, prestam serviços e desenvolvem projetos para empresas e pessoas físicas, servindo como elo entre a universidade e a sociedade.

O Movimento Empresa Júnior espalhou-se pela França e, dois anos depois, já contava com 20 empresas. Fundou-se então, a primeira federação de empresas juniores, a CNJE. A partir daí o Movimento ganhou o mundo e em 1992 fundou-se a Confederação Européia de Empresas Juniores (Jade), que hoje estima-se contar com 225 empresas filiadas, representantes de treze países.

O MEJ chegou ao Brasil em 1988 através da Câmara de Comércio França-Brasil e a primeira empresa júnior brasileira foi a EJ FGV, seguida pela EJ FAAP e a Poli Júnior, todas de São Paulo. O ideal júnior se difundiu pelo país e em 1990 chegou ao Rio de Janeiro com a fundação da Empresa Júnior de Consultoria em Microinformática da UFRJ, a EjCM.

Hoje, o Brasil é o país com mais empresas juniores, onde estima-se que sejam mais de 22.000 empresários juniores organizados em aproximadamente 700 empresas, realizando mais de 2.000 projetos por ano.


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